Iniciou
seus estudos de piano e teoria musical aos 9 anos
de idade, completando-os posteriormente no Conservatório
Musical Beethoven, onde formou-se em 1989, o mesmo
ano em que iniciou o Curso de Composição
e Regência na Faculdade Santa Marcelina. Em
1990 ingressou na Escola Municipal de Música,
onde estudou trompa com Ozéas Arantes e matérias
teóricas com Osvaldo Lacerda. Em 1992 transferiu
seu curso de Composição e Regência
para o Instituto de Artes da UNESP, onde graduou-se
em 1994.
Estudou
regência coral com Naomi Munakata, Marcos Júlio
Sergl, José Ferraz de Toledo e Samuel Kerr, regência
de banda com Roberto Farias, regência orquestral
com Lutero Rodrigues, Ronaldo Bologna, Graham Griffiths,
Roberto Duarte, Mario Benzecry e Eleazar de Carvalho
(foi convidada a integrar sua classe de alta interpretação
em Regência nos anos de 1995 e 1996).
Em
1993 recebeu da OEA, Organização dos Estados
Americanos – EUA, uma bolsa de estudos para representar
o Brasil no “Curso Interamericano para Jóvenes
Directores de Orquesta”, realizados por 3 anos
consecutivos na Venezuela, onde recebeu orientação
de Mario Benzecry (Argentina).
Além deste curso, participou de diversos festivais
de música, como o Festival de Inverno de Campos
do Jordão, Festival de Música de Cascavel,
Oficinas de Música de Curitiba e Festivais de
Artes de Itú.
Dentre as principais orquestras que regeu, destacam-se
a Orquesta de los Llanos Occiddentales (Venezuela),
Orquesta Sinfónica de Lara (Venezuela), Orquesta
Sinfónica de Chile, Orquesta de Cámara
Guaireña (Paraguai), Orquestra Experimental de
Repertório, Orquestra Filarmônica da Avon,
Orquestra Sinfônica de Ribeirão Preto,
Orquestra de Câmara L’Estro Armônico,
Orquestra de câmara e Coral Arco-Íris,
de Osasco, e também a Banda Sinfônica do
Estado de São Paulo.
De 1992 a 1997 foi regente do Coral da Secretaria da
Fazenda do Estado de São Paulo.
De 1996 a julho de 2000 foi a Regente Assistente da
Orquestra Experimental de Repertório, cargo que
conquistou através de concurso realizado em dezembro
de 1995.
Em 1997 foi a vencedora do “1o. Concurso de Dirección
Orquestral” da Orquesta Sinfónica de Chile.
Atualmente é Regente Assistente da Banda Sinfônica
do Estado de São Paulo, e integra o corpo docente
da Universidade Livre de Música Tom Jobim.
“Durante
o concerto, se destacou a forte personalidade da maestrina
Érica Hindrikson, com grande domínio sobre
as partituras e sobre os instrumentistas.
Obteve respostas disciplinadas dos executantes; mostrou
em cada momento sua familiaridade com as obras e realizou
um esplêndido trabalho de guia e de acompanhante.
Foi muito importante a inclusão de “Batuque”,
de Oscar Lorenzo Fernández neste programa. Este
sulamericano selou a aliança espiritual entre
os dois países, e permitiu a Érica Hindrikson
e à orquestra darem uma excelente impressão”.
(Frederido Heinlein, do jornal “El mercurio”,
de Santiago/Chile, em 07 de dezembro de 1997).
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